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Palestra - Fractais, elemento (es)técnico na música contemporânea

Palestra - Fractais, elemento (es)técnico na música contemporânea

Compositor Eduardo Patriarca


9 de junho de 2017 |  11:00  |  Anfiteatro -120, Edifício FC3, FCUP

 

Resumo:

Desde o aparecimento dos fractais por Mandelbrot, e da sua divulgação gráfica, que estes inflamaram a Arte, criando, quer através de interações científicas quer poéticas, uma diversidade crescente de obras.

Na Música também não passaram despercebidos e foram utilizados por compositores tão fundamentais como Ligeti ou Grisey. Ainda que aproveitados para definições quase neo-tonais (num regresso à música dos séculos XVIII e XIX) é no plano das correntes eruditas nascidas nos anos 70 e 80 do séc. XX que ganham força de elemento técnico.

Nesta apresentação, passando historicamente pelo seu uso, focaremos as suas capacidades técnicas e apresentaremos o seu conceito estético, e como criou uma corrente de pensamento na criação musical.

 

Nota biográfica:

Estudou nas Escolas Superiores de Música do Porto e Lisboa, tendo frequentado Mestrado na Universidade de Aveiro, onde actualmente é doutorando, sob orientação da compositora Isabel Soveral.

A sua obra, editada pela AvA, musical editions, pelo Mic.pt e pelo Movimento do Património Musical Português (MPMP), tem sido tocada com regularidade, estando alguma dela gravada por excelentes intérpretes da nova geração.

Simultaneamente lecciona no Conservatório de Música de Vila do Conde (antiga Academia de Música S. Pio X) desde 1991, tendo ao longo dos anos passado por diferentes instituições de ensino.

Assumidamente seguidor de ideais da corrente Espectral e das filosofias do Budismo Zen, agrega-os com o mundo infinito dos fractais, tendo desenvolvido esta ligação no conceito de “Meditações em fractais e espectros”, resultado dos estudos com Jorge Peixinho, Emmanuel Nunes, Cândido Lima, Filipe Pires, Álvaro Salazar, António Pinho Vargas, Fernando Lapa, Philippe Hurel, Leo Brouwer, Gherard Staebler e Wilfred Jentschz.

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